Informativo II

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  • IBAMA SE FAZ PRESENTE EM OLIVEIRA DOS BREJINHOS [02/05/2004]

O IBAMA esteve, neste domingo, 02/05/2004, fazendo uma visita ao município de Oliveira dos Brejinhos, onde, segundo informações, autuou alguns moradores, principalmente pela prática ilegal de garimpagem. Um dos locais visitados foi  a Queda d’Água, onde está sendo praticada a retirada de minérios (cristal de rocha) sem autorização. Ainda esteve na localidade de Picadas, onde estão ocorrendo abusos quanto à pesca. Houve apreensão de redes, tarrafas e anzóis. Segundo os representantes do órgão, esta será uma prática freqüente de agora por diante.

  • CONTINUA DEPREDAÇÃO DA QUEDA D’ÁGUA = Urgente [16/09/2003]

Segundo denúncias recentes, garimpeiros continuam investindo contra uma das mais importantes fontes de água da região de Oliveira dos Brejinhos, a Queda d’Água que, em algumas épocas, sustenta não só a sede do município como várias localidades, servindo até a outros municípios. Esses indivíduos, segundo informações, estão sendo orientados por um engenheiro que trabalha na região. O uso de explosivos é uma constante. O pior de tudo é que estão fazendo a maior parte deste serviço à noite. Vizinhos dizem que já têm noção de quem esteja trabalhando nesse garimpo que fica a poucos metros de uma das principais nascentes que alimenta a Queda d’Água, já sem água.
Como se não bastasse, uma das mineradoras atuantes na região, agora começou a explorar minério a cerca de 500 metros de uma outra nascente, também vital para o município. O que nos assusta é a conivência dos órgãos ambientais, pois, de acordo com informações preliminares, esta empresa possui autorização do IBAMA, não sabemos se para aquela área ou para a que está sendo explorada a mais tempo, distante do local. 
Aguardamos providências urgentes.

O município de Oliveira dos Brejinhos, apesar de bem servido de nascentes e olhos d’água, vem enfrentando uma terrível seca nesta época do ano. Não é novidade, mas a cada dia, a oferta de água potável se torna menor, em vista do descaso das autoridades em relação à proteção das nascentes, estas que são protegidas por lei. Acontece que a lei por aqui é algo distante e vago.
Muitos dos povoados que possuíam nascentes já estão sendo obrigados a abrirem poços artesianos, o que onera ainda mais a Prefeitura local que já gasta bastante com o pagamento de carros-pipa para abastecerem o interior do município.
    Em regiões como a de Quixaba, arredores de Cachoeira do Brundué, a situação é calamitosa. Os moradores já deixam as vasilhas nas portas esperando a passagem de um “filho de Deus”, como dizem, com um pouco d’água para beberem. Os animais, então, sofrem dobrado.
   O município é cortado pelo rio Paramirim e por vários riachos. Os principais são: o riacho da Cachoeira, o riacho Salgado, o Riachão (Bom Sossego) e outros córregos. Os riachos da sede estão praticamente mortos, devido à falta de atenção e cuidado por parte dos próprios moradores e da Prefeitura. Os mesmos só correm em determinadas épocas do ano. Nesta época, corre mais óleo provindo das oficinas mecânicas, inclusive a da Prefeitura, do que água.
    A Paróquia local, juntamente com o CAA (Centro de Assessoria do Assuruá), vem desenvolvendo um projeto de cisternas que coletam água da chuva, o que vem dando resultado, pois, até esse momento, muitas delas ainda contêm água das últimas chuvas. Os mesmos, Paróquia e CAA, vêm tentando negociar com a Prefeitura e Câmara de Vereadores, a possibilidade de estender tal iniciativa a todas as regiões do município, ainda sem sucesso.

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