• Cartilha – Parte II

CARTILHA: CONHEÇA OLIVEIRA DOS BREJINHOS

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  1. Informações sociais

3.1- Indicadores demográficos:
3.1.1- População residente, taxa de urbanização e densidade demográfica, 1970 – 2004.

POPULAÇÃO RESIDENTE   TAXA DE URBANIZAÇÃO DENSIDADE DEMOGRÁFICA  
ANO TOTAL URBANA RURAL (%)   (Hab/km²)  
1970 16.331 2.116 14.215 12,96 5,20
1980 18.340 2.794 15.546 15,23 5,00
1991 21.106 4.185 16.921 19,83 6,55
2000 21.678 4.516 17.163
2004 22.118 4.911 17.218 Aumento Total: 0,5 %
HOMENS 11.121 MULHERES 10.977

OLIVEIRA DOS BREJINHOS

UTILIZAÇÃO DE TERRAS

ATIVIDADE ECONÔMICA LAVOURA TEMPORÁRIA (Ha)
ÁREA(Ha): 152.765 Agricultura: 19.946
Pecuária: 66.864   Feijão: 3.876  
Lavoura permanente: 315 Agropecuária: 8.654  Mandioca: 813  
Lavoura temporária: 7.893 Avicultura: 19 Milho: 4.662  
Lavoura em descanso: 6.975 Extração Vegetal: 9.368   Arroz: 313  
Pastagem natural: 37.289

FERTILIZANTE

REBANHOS

Pastagem plantada: 28.713 Defensivo p/ Estabelecimento
Químico: 7 estab.
Orgânico: 33 estab.
Animal: 1.060 estab.
Vegetal: 719 estab.
Bovino
»Corte: 16.067
»Leite: 4.742
Eqüino: 2.406
Caprino: 40.890
Suíno: 15.529
Ovino: 16.935
Aves: 47.034
Mata florestal natural: 51.591
Mata/floresta plantada: 8.949
Terras produtivas não-utilizadas
9.591
UTILIZAÇÃO DE TRABALHO DE FORÇA AGRÁRIA

ÁREA IRRIGADA (Ha)

Animal: 1.371»«Mecânico: 213 964

ILUM. ELÉTRICA

3.800 (Aproximadamente) Dados obtidos junto ao IBGE e outros institutos de pesquisa.

 

ABASTEC. DE ÁGUA 12.000 (Aproximadamente)
EDUCAÇÃO Ensino Fundamental:
Ensino Médio:

EVOLUÇÃO ADMINISTRATIVA DO MUNICÍPIO

Quando o município de Oliveira dos Brejinhos foi ocupado pelas duas casas, a do Coité e a do Chuveiro no início do século XVII, as inscrições encontradas em uma telha da casa do Coité datada de 14/04/1714, é a confirmação da época de sua construção. Na época a área deste município era conhecida como Aldeias Altas do Alto Sertão do São Francisco de Santo Antônio do Urubu de Cima, pertencente ao município de Jacobina. Para chegar a esta região, os primeiros habitantes usaram uma trilha que ligava Rio de Conta a Urubu de Cima, Paratinga, na margem do São Francisco. Em 1718, Urubu de Cima foi elevado à categoria de freguesia pelo arcebispo D. Sebastião Monteiro da Vide, com o nome de Santo Antônio do Urubu de Cima, em virtude de já existir uma imagem deste santo na capela local. Por ordem régia datada de 1746, foi autorizada a criação do município, tendo sido o arraial elevado a vila pelo conde das Golveias que foi instalada pelo ouvidor Francisco Marcolino de Souza em 27 de setembro de 1749, ficando o município desmembrado de Jacobina e com a denominação de Urubu.
Pela provisão real, datada de 7 de dezembro de 1760, deu-se à vila o privilégio de oficiais de justiça e pelouros.

Em 1746, o padre Custódio celebrou a primeira missa na capela de Nossa Senhora da Conceição no povoado de Brejos, hoje Oliveira dos Brejinhos. No final do século propalou-se nos Brejos uma epidemia de bexiga preta, varíola, que fez desaparecer parte da população dos Brejos.
Em 1823, o ouvidor Francisco Aires de Almeida Freitas, a pretexto de uma epidemia que grassava na vila, conseguiu do ministro do império, mudar a justiça e cartório de Urubu para o arraial de Macaúbas, por força da portaria de 17 de dezembro de 1823, de onde retomaram em 1834, após diversas representações da população local.
Em 1865, o capitão José Manoel Teixeira Leite, representante do povoado de Brejos, esteve em Urubu a fim de requerer a elevação do mesmo à categoria de freguesia. A partir daí, os Brejos aparecem com a denominação de Brejo Grande de Oliveira, alcançando a categoria de freguesia somente 15 anos depois aos 25 dias de mês de junho de 1880, através da lei provincial nº 1980.
O arraial de Brejo Grande de Oliveira foi elevado à categoria de vila e foi criado o município de Oliveira dos Brejinhos pelo ato 405, datado de 01 de junho de 1891, desmembrado do município de Urubu, tendo sua instalação datada de 17 de agosto de 1891. Conforme a divisão administrativa de 1911, o município aparece com dois distritos: o da Sede e o segundo supresso pelo Decreto nº 7.455 de 23 de junho de 1931, foi anexado ao de Brotas de Macaúbas pelo decreto nº 7.479, de 08 de julho de 1931, sendo então criada em Oliveira dos Brejinhos uma sub-prefeitura. O decreto nº 8.620 de 30 de agosto de 1933 restabeleceu o município de Oliveira dos Brejinhos com o território desanexado de Brotas, verificando-se sua reinstalação a 10 de setembro de 1933. Já na divisão administrativa de 1933, o município aparece constituído de dois distritos: o de Oliveira dos Brejinhos e o de Corrente. Este último criado pela lei estadual nº 1.940 de 02 de abril de 1927. São 4 distritos que constituem esse município nas divisões territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937, bem como no quadro anexo ao decreto-lei estadual nº 10.724 de 30 de março de 1938 que tem os seguintes nomes: Oliveira dos Brejinhos, Corrente, Brejo Grande e Quixaba, os dois últimos criados pelo decreto estadual nº 9.557 de 10 de junho de 1935. Pelo decreto estadual nº 11.089 de 30 de novembro de 1938, o município permanece com os mesmos distritos, porém o que se denominava Corrente passou a receber o nome de Bom Sossego.
Já pelo decreto nº 141 de 31 de dezembro de 1943, retificando pelo de nº 12.978 de 1º de junho de 1944, divide-se o município em Oliveira dos Brejinhos, Bom Sossego, Ipuçaba e Quixaba. A partir de 16 de julho de 1962, o município perdeu o distrito de Quixaba, para formação do município de Morpará, ficando com apenas Sede, Bom Sossego e Ipuçaba.
José Manoel Teixeira Leite, como procurador da festa de Nossa Senhora da Conceição, em 1880, tentou mudar o nome da Padroeira para Nossa Senhora de Oliveira, em homenagem ao Monte das Oliveiras de Portugal, onde houve uma aparição da Santa. Mas, a vontade de José Manoel só foi realizada por intervenção do Padre Victor Solidade, em 1884, apesar da população já ter assumido esta mudança desde 1880.
Em 1888, o Padre Valentim, residente nesta paróquia, o Coronel Chico Teixeira e o comerciante Roberto Ramos, fundaram a orquestra filarmônica de Brejinhos com recursos adquiridos frente aos comerciantes e fazendeiros da região.
O último residente da velha Paróquia de Nossa Senhora de Oliveira, no século XIX, foi o Padre Gaudêncio José da Costa, em 1890.
Em dezembro de 1904, a antiga igreja de Nossa Senhora de Oliveira desmoronou durante uma tempestade. As imagens que se encontravam no altar foram protegidas pelos fortes troncos de aroeira que serviam como linhas, não sendo assim quebrados pelo impacto do desabamento do teto. As imagens foram levadas para a casa de Chico Teixeira, inclusive a nova imagem de Nossa Senhora de Oliveira. Ali ficaram sendo realizados os cultos religiosos e as novenas que arrecadavam fundos para a construção da nova igreja.
Foram sepultados na antiga igreja de Nossa Senhora de Oliveira, Vistoria T. Torres, seu Thomé T. Torres e sua esposa Úrsula T. Leite e muitos outros da família Teixeira Leite.
A antiga igreja apresentava na fachada três portas molduradas e duas torres: a principal e uma inferior, em forma de pirâmide. O corpo central possuía telhado de duas águas, um salão, uma sacristia, piso de tijolos chatos e dois altares, sendo que o principal, no fundo, tinha como destaque a imagem de Nossa Senhora de Oliveira. A menor ficava ao lado com a imagem de Santo Antônio. E do lado de fora, à esquerda, ficava uma sineira.
O 2º Distrito de Bom Sossego
Primeiramente as famílias Saldanha, Miranda, Farias, iniciaram a localidade de Riachão, após se terem deslocado de Brotas. Mais tarde, na segunda década do século XIX, formaram o arraial de Corrente. Na divisão administrativa de 1935, o município de Oliveira dos Brejinhos aparece constituído de dois distritos: o da sede e o 2º, de Corrente, criado pela lei estadual nº 1.940 de 20.04.1927.
Em 1936, após intervenção do juiz João Ferreira de Arcanjo, para afastar Bertoldo do comando do lugar e do cartório, sob acusação de promover desordem, o agitado Corrente passou a ser denominado de Bom Sossego, Confirmado pelo decreto estadual nº 11.089 de 30.11.1938.
Bom Sossego se localiza a norte do município, e é ligado à sede, pela BR-440 partindo da BR-242.
A área do distrito é de aproximadamente 1.310 km, e abriga seis povoados e 58 localidades. Os povoados são os seguintes: Bom Sossego, Queimada Nova, Campo Formoso, Flora, Brundués, e Bonito. As localidades são as seguintes: Vargem, Canabrava, Cachoeira de Brundués, Saquinho, São Gonçalo, Cabeça D’anta, Pedregulho, Lagoa D’Anta, Baraúna, Várzea Grande, Passagem, Grama, Rodeador, Olhos D’Anta, do Branco, Curral de Embira, Picada, Geminiano, Juazeiro, Lagoa do Capim, Fazendinha, Olho d’Água da Bica, Queimadinha, Jacu, Boa Vista, Pé da Serra, Pico do Cansanção, Cipó, Lagoa das Covas, Várzea d’Anta, Caldeirão, Saco da Jurema, Saco das Pedras, Lagoa do Rancho, Lagoa do Leite, Brejo dos Carneiros, Várzea Alegre, Várzea da Pedra, Pé do Morro e Mandacaru.
A economia do Distrito de Bom Sossego tem como base os rebanhos de gado bovino, caprino, ovino e suíno; e a lavoura de subsistência. Possui oito casas de comércio varejista e a feira que é realizada aos sábados, das 7 às 15 horas.
Existem em Bom Sossego três estabelecimentos de ensino de ensino fundamental até a 8ª série, água encanada, luz hidráulica, calçamento, telefone, quadra de esportes, um mini-posto de saúde, uma igreja, duas protestantes e um cemitério.
A população de 2º distrito de Bom Sossego, no último censo do IBGE, foi de 7.060 habitantes, deste 3.572 são do sexo masculino e 3.488 são do sexo feminino. E o eleitorado na última eleição de 03/10/?? (94), foi de 5.497 eleitores.
A família Rodrigues deslocou-se do município de Ibitiara e marcou um lugar próximo à Serra da Mangabeira para construção de uma casa. Quando voltou alguns dias depois, havia uma nova queimada no mesmo lugar. Daí por diante denominaram o lugar de Queimada Nova.
A capela de Nossa Senhora Aparecida foi construída em meados dês te século. Pertencente ao 2º distrito está localizada a leste município e é ligada à sede através da BR-242.
Sua economia tem como base o trânsito de automóveis na BR-242 e o rebanho de caprinos. Possui um posto de combustível de automotores, três hotéis, três lojas de tecidos, duas farmácias, quatro casas de peças para autos, doze casas de comércio misto e a feira que funciona aos sábados das 7 às 15 horas.
Existem em Queimada Nova três estabelecimentos de ensino de 1º grau até a 8ª Série um açude, um mini-posto de saúde, água encanada, luz hidráulica, telefone, uma igreja católica, uma protestante e um cemitério.
Em meados deste século, quando as famílias Alves e Barbosa chegaram à margem do Paramirim, o denominaram seu lugar de Caxingó. Em 1969, com a construção da BR-242, Walter Alves e Miguel Xavier, construíram as primeiras casas de comércio e o local passou a ser chamado de Beira-Rio. O nome de Campo Formoso só veio sete anos mais tarde, com a instalação da 1ª urna em 1976.
A capela de São José foi construída em 1969. a missa inaugural foi celebrada em 19 de março do mesmo ano.
Pertencente ao 2º distrito, localiza-se às margens do Paramirim a nordeste deste município e é ligado à sede através da BA-156 e cortado ao meio pela BR-242.
Sua economia tem como base o trânsito de veículos automotores na BR e o rebanho de bovinos. Possui um posto de combustível de automotores, dois hotéis, vinte casas de comercio misto varejista, uma farmácia, duas agências de passagens e a feira que é realizada aos domingos. Existem em Campo Formoso dois estabelecimentos de ensino de 1º grau até a 8ª série, água encanada, luz hidráulica, telefone, uma igreja católica e um cemitério.
Em 1955 existia apenas Francisco Alves como morador, quando Evaristo pediu a frente de sua casa para formar uma feira. Juntou-se aos amigos José Portela Matos, José Francisco Portela, José Neves de Oliveira, Manoel Cavalcante, José Gomes de Oliveira e Cândido de Oliveira e realizaram a 1ª feira com a denominação de Flora.
A capela de Senhora Sant’ana foi construída em 1960. A missa inaugural foi celebrada em 26 de julho do mesmo ano.
Pertencente ao 2º distrito, localiza-se na margem do rio Paramirim a sudeste do município e é ligado à sede através da OBR-030, partindo da BR-242 pela BR-129, na altura da localidade de Jeremias, ainda na BR e pela BR-369.
Sua economia tem como base os rebanhos de caprinos, ovinos e suínos. Possui doze casas de comercio varejista, uma pensão e um barracão onde é realizada a feira nos dias de sexta-feira.
Existe em Flora um estabelecimento de ensino de 1º Grau até a 4ª série, água encanada, uma quadra de esportes, uma igreja católica e um cemitério.
Formado pelas famílias Novais e Miranda no meio do século XIX, já nasceram com a denominação de Brundués. Nome dado em função de seus primeiros habitantes que a tribo dos Brundués.
A capela de Nossa Senhora Aparecida foi construída em 1982. A missa inaugural foi celebrada em 12 de outubro do mesmo ano.
Pertencente ao 2º distrito, está localizado ao norte do município e é ligado à sede através da BR-428 partindo da BR-242.
Sua economia tem como base o rebanho de bovinos e suínos e a lavoura de subsistência. Possui quatro casas de comercio misto varejista e um barracão, onde é realizada a feira nos dias de domingo.
Existe em Brundués um estabelecimento de ensino até a 4ª de 1º grau, água encanada, uma igreja católica e um cemitério.

Formado pela família Rosa no início deste século, já nasceu com o nome de Bonito. A capela de Santa Rosa de Lima foi construída em 1927. A missa inaugural foi celebrada em 08 de março do mesmo ano.
Pertencente ao 2º distrito, está localizado ao norte do município e é ligado à sede através da BR-150, partindo da BR-242.
Sua economia tem como base um pequeno rebanho bovino e a lavoura de subsistência. Possui apenas uma casa de comércio varejista misto.
Existe em Bonito um estabelecimento de ensino de 1º grau até a 4ª série, água encanada, uma igreja católica e um cemitério. 

O 3º DISTRITO DE IPUÇABA
Um erro de cálculo dos cabeças vermelhas, na contagem dos riachos que deságuam no ri Paramirim, fizeram pegar a margem do riacho Roda d’Água e descobrir um pequeno poço próximo a uma nascente, a quem denominaram de Monjolo. História contada por Antônio campos, e velha conhecida dos mais idosos da família Maciel, que chegaram no Monjolo em meados do século XVIII. No final do mesmo século já existia além de Monjolo, Brejo de Dentro, habitado pelas famílias Maciel e Teixeira Leite, esta última fugida do Brejo Grande e tradicionalmente conhecida como a terra dos teares.
No final do século XIX, os cabeças vermelhas desenvolveram uma engenhoca movida a água corrente, que extrai farinha do milho. Com tal engenhoca tornaram-se famosos na região e atraíram outras famílias para Brejo Grande, como as famílias Vale e Pereira.
A primeira capela a ser construída foi a de Santo Antonio, já no finalzinho do século XIX, mas logo foi destruída pela chuva. Outra capela, a do Sagrado Coração de Jesus, só fora construída em 1927, tendo a missa inaugural celebrada pelo padre Crescenciano Alves Carrilho. A segunda igreja de Santo Antonio foi construída a um quilometro de distância da praça principal em um lugar chamado _____ em 1933.
O decreto-lei estadual nº 9.557 de 1º/06/1935, criou o 3º distrito de Brejo Grande e a denominação de Ipuçaba apareceu somente em 1942. Nome dado por João Donato, que na língua tupi-guarani tem o significado de Brejo Grande.
Localizado a noroeste do município, o 3º distrito de Ipuçaba é ligado ao da sede pela BR-150.
A área do 3º distrito mede aproximadamente 814 km². Abriga sete povoados: Ipuçaba, Brejinho da Serra Negra, Poços, Canabrava, Barro Vermelho, Boa Esperança e Retiro e mais quinze localidades: Caraíbas, Mamoneira, Bocânia, Lagoinha, Monjolo, Pajeú, Tira-Chapéu, Manteiga, Abelheira, Macambira, Seis Tiros, Cajueiro, Bela Vista, Mocambinho e Flores.
A Economia do 3º distrito tem como base o rebanho bovino e suíno, a lavoura de subsistência e a lavoura irrigada. Possui sete casas de comercio varejista, luz hidráulica, água encanada, calçamento, telefone, cartório de registro civil, duas igrejas católicas, uma protestante e dois cemitérios.
A população do 3º distrito, no último censo do IBGE, foi de 3.374 do sexo masculino e 3.275 do sexo feminino.

A Serra Negra como paisagem de fundo deu o nome ao povoado de Brejinho da Serra Negra, iniciado pelas famílias: Maia, Nunes, Cardoso e Martins no final do século XIX.
A capela de Nosso Senhor do Bonfim foi construída em 1926, e a missa inaugural foi celebrada em 1º de janeiro do mesmo ano.
Pertencente ao 3º distrito, está localizada a noroeste do município e é ligado à sede através da BR-242.
A economia tem como base o rebanho de bovinos, a lavoura de subsistência e o movimento de veículos automotores na BR-242. Possui quatro casas de comercio varejista, um posto de combustível automotor e uma britadeira.
Existe em Brejinho da Serra Negra um estabelecimento de ensino fundamental até a 4ª série, água encanada, luz hidráulica, telefone, uma igreja católica e um cemitério. 

Nome originário de uma planta da família das gramíneas, muito parecida com a naca, mas de hastes muito duras e sem condições de aproveitamento. Devido à abundância desta planta nativa, denominada pelos portugueses de cana-brava, o lugar ficou com a denominação de Canabrava.
Iniciada pela família Alves, no começo deste século, somente em 1976, construiu-se a primeira capela do Menino Jesus e a missa inaugural foi celebrada em 25 de dezembro do mesmo ano.
Pertencente ao 3º distrito, está localizada a noroeste do município, e é ligada à sede através da BR-242.
Sua economia tem como base o trânsito de veículos automotores na BR-242 e a lavoura de subsistência. Possui 14 casas de comércio varejista, dois restaurantes, uma casa de material de construção e um barracão onde é realizada a feira nos dias de domingo.
Existem ainda em Canabrava, dois estabelecimentos de ensino fundamental até 8ª série, água encanada, luz elétrica, telefone, uma igreja católica e um cemitério.

A cor da terra deu a denominação ao lugar, iniciado pelas famílias Martins e Pereira, que chegaram para fixar moradia em meados do século XIX. A primeira capela de Nossa Senhora da Conceição foi construída em 1927 e em 1942 foi demolida pela chuva sendo que outra capela só foi construída em 1950, sempre com a mesma padroeira.
Pertencente ao 3º distrito, está localizado a noroeste do município e é ligado à sede através da BR-242.
Sua economia tem como base, a garimpagem de pedras semipreciosas e a lavoura de subsistência. Possui apenas uma casa de comércio varejista. Existe em Barro Vermelho um estabelecimento de ensino fundamental até a 4ª série, água encanada, um posto de saúde, uma igreja católica e um cemitério. 

Andando a procura de suas cabras, deparou-se com um velho chiqueiro próximo a um riacho. Gostou do lugar, voltou ao Monjolo e foi morar lá com sua família, já com a denominação de Chiqueiro Velho. Foi desta maneira que a família Maciel iniciou o povoado de Chiqueiro Velho, no início do século XIX. Donos de escravos, logo construíram uma estrada cavaleira com acesso para o Rio São Francisco e, somente na década de 50 deste século, Chiqueiro Velho aparece com a denominação de Boa Esperança.
A capela de Nossa Senhora da Boa Esperança foi construída em 1944. A missa de inauguração foi celebrada em 15 de agosto do mesmo ano.
Pertencente ao 3º distrito, está localizada a noroeste do município e é ligada à sede através da BR-070, e ao município de Ibotirama pela BR-420. Sua economia tem como base a lavoura irrigada e a de subsistência. Possui três casas de comercio varejista misto. Possui ainda um estabelecimento de ensino até 4ª série, água encanada, uma igreja católica, outra protestante e um cemitério.

Antigo campo de pastagem da família Maciel, daí o nome de Retiro, iniciado pelas famílias Gonzaga e Machado no final do século XIX. A capela do Sagrado Coração de Jesus foi construída em 1946. A missa inaugural foi celebrada em agosto do mesmo ano.
Pertencente ao 3º distrito, está localizado a noroeste do município e é ligado à sede através da BR-070.
Sua economia tem como base: a lavoura irrigada e a de subsistência.Possui apenas uma casa de comércio varejista misto. Existe ainda em Retiro, um estabelecimento de ensino fundamental até a 4ª série, água encanada, uma igreja católica e um cemitério. »Continua

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