• Acervo I

Acervo Digital

Por aqui passou…

Espaço voltado para a reedição de momentos que ocorreram em Oliveira dos Brejinhos e região e que ficaram esquecidos, principalmente para a Geração Z, envolvida na poluição sonora e intelectual. Não estou discutindo gosto, mas criando uma oportunidade de reviver e reavivar a memória através de personalidades e fatos que transitam por este pedaço de chão.


1. EDIGAR MÃO BRANCA

Com passagem por Oliveira dos Brejinhos e região, esse cantador, poeta e mais uma pá de coisas, apresentou um dos lendários Festivais de Música da cidade de Ibotirama, às margens do Velho Chico, do qual tive o prazer, o imenso prazer de participar. De suas páginas musicais, uma das que mais aprecio é Estradante, de 1999. Nada mais original pra nós, povo do sertão, com histórias que só Deus sabe!

Edigar Mão Branca é o nome de guerra de Edigar Evangelista dos Anjos, brasileiro, cantador, poeta, radialista e forrozeiro.



Assumidamente um cabra de pé de serra, de vaquejada e tirada de leite, Edigar nasceu em 14 de janeiro de 1959, no Lodo Das Jegas, região da Mata Fria, distrito de Macarani, Bahia.

Esse é o fi de seu Zupero e Dona Dalva que aos 5 anos de idade já era espantalho de passarim, nos brejos de arroz lá na Fazenda de Moura.

Dava pra ver o brilho nos olhos quando ele ouvia uma música no rádio de seu Iôiôzinho, o único que possuía um aparelho de rádio naquela região.

– Depois pai comprou um, era um Motoradio onde a gente ouvia: Zé Bettio, Osvaldo Bettio, Delmário é o espetáculo, dentre outros.

Era um encanto que tinha por aquela situação festiva, pelos sanfoneiros, os cantadores, zabumbeiros, triangueiros e reizeiros. Olhar aquilo tudo sem medo, era sentir como se fosse um deles, um cantador. Um menino amante da vida, sonhando com a música como se já soubesse que um dia seria um forrozeiro, um poeta, um artista consagrado.

Esse universo de coisas simples, puras e verdadeiras da cultura de nosso povo era o habitat de Edigar, foi aí que ele se formou um ser humano vivente, no dia a dia da terra de sua região, uma rotina comum, porém cheia de significado e, a sua alma de artista, captava a essência da poesia escondida na riqueza daqueles dias cheios de uma magia, um mistério que só ele via…

Fonte: Página Oficial do Artista – www.edigarmaobranca.com.br


2. FÁBIO PAES

Nos idos dos anos 90, Oliveira dos Brejinhos completava seu “Primeiro Centenário”, baseado em documentos disponíveis até aquele momento. Pode-se dizer que foi um dos momentos mais brilhantes da cultura brejinhense, pois, ali …

3. DÉRCIO MARQUES

ANJOS DA TERRA

SEGREDOS VEGETAIS

MONJOLEAR